Eu vivo sempre no mundo da lua
Porque sou um cientista
O meu papo é futurista é lunático
eu vivo sempre no mundo da lua
Tenho alma de artista
Sou um gênio sonhador e romântico
Eu vivo sempre no mundo da lua
Porque sou aventureiro
Desde o meu primeiro passo pro infinito
Eu vivo sempre no mundo da lua
Porque sou inteligente
Se você quer vir com a gente, venha que será um barato
Pegar carona nessa cauda de cometa
Ver a Via Láctea, estrada tão bonita
Brincar de esconde-esconde numa nebulosa
Voltar pra casa no nosso lindo balão azul
quarta-feira, setembro 28, 2005
sábado, setembro 24, 2005
Muito útil para alguns que estão lendo agora rs
Saiba como trabalhar para um idiota Evitar conflitos com o seu superior é algo totalmente possível, basta alguns cuidados essenciais
O seu chefe é maquiavélico, sádico, paranóico ou camarada? A partir de agora já é possível descobrir a personalidade dele e aprender a lidar com ela da melhor maneira possível, transformando a relação numa parceria de sucesso. A Editora Futura, selo do Grupo Editorial Siciliano, lança livro de autodesenvolvimento que promete fornecer a fórmula secreta do bom relacionamento entre funcionários e chefes. Para quem não agüenta mais os conflitos e diferenças de personalidades, acredite: ainda existe uma saída. Se para você esse diálogo parece algo impossível, não perca as esperanças: no livro “Como trabalhar para um idiota”, de John Hoover. Evitar conflitos com o seu superior é algo totalmente possível, basta alguns cuidados essenciais. Antes de tudo, esqueça aqueles planos mirabolantes de jogar arsênico no cafezinho ou de provocar a demissão dele. De acordo com Hoover, não adianta nada quebrar a cabeça para se livrar do chefe ou tentar fazê-lo mudar. “Não temos controle sobre a estupidez dos outros”, afirma. Segundo ele, o melhor é procurar entender a maneira como os chefes imbecis se comportam e mudar a forma como você reage. É por meio de cases vividos na pele, que o escritor ilustra com muito bom humor essas novas formas de agir e as situações que exigem um certo jogo de cintura por parte do funcionário. O livro é curioso e inteligente porque aborda todos os problemas empresariais com humor e de forma realista, mostrando uma saída para todos eles. Ex-executivo da Walt Disney Production, John Hoover é atualmente um dos mais prestigiados estudiosos e consultores de administração de empresas e relações humanas. Quando lançado nos Estados Unidos, o livro ficou durante três meses na lista dos mais vendidos da Revista BusinessWeek.
Pelo colaborador Tito Abreu
sábado, setembro 03, 2005
Vejam como tem gente com dinheiro sobrando ( tanto uso melhor..) rs apresento-lhes a Cowparade (gente, é verdade):
Vacas urbanas, protegidas contra pichação e roubo, serão espalhadas por avenidas nobres e locais bem frequentados da cidade de São Paulo a partir do domingo, 4 de setembro. Os 100 mamíferos ruminantes, feitos de fibra de vidro em tamanho natural, foram decorados das mais diversas formas para a "CowParade", ou o Circuito das Vacas, que reúne cerca de 70 empresas e um orçamento de R$ 4 milhões.A exposição "CowParade" vai ficar em cartaz durante 60 dias.O evento acontece pela primeira vez na América do Sul, mas começou em 1998 em Zurique, na Suíça, país que tem a vaca como seu animal-símbolo.
Entre os artistas participantes, os mais conhecidos do público são os cartunistas Guto Lacaz e Angeli, o estilista Lino Villaventura, o arquiteto João Armentano e os artistas plásticos Rochelle Costi, José Roberto Aguilar, Dudi Maia Rosa e Luiz Hermano.
A "CowParade" já passou por diversas cidades do mundo, como Nova York, Moscou, Bruxelas e Praga. Considerado por seus organizadores um dos maiores eventos "contemporâneos de arte de rua do mundo", cria polêmica entre especialistas que trabalham com o conceito arte urbana.
Segundo Deuvignau, cerca de 60 artistas foram convidados e o restante foi selecionado através de projetos inscritos. Mas, após feita a triagem por um comitê de especialistas em arte, todos os escolhidos só puderam entrar de fato no circuito se alguma empresa topasse patrocinar seu projeto. Os patrocinadores também foram responsáveis por escolher o local onde as vacas serão instaladas. Tais companhias, que variam desde bancos, redes de lanchonetes, fabricantes de pneus e joalherias, pagaram então uma cota de R$ 36 mil por cada vaca. O artista recebeu um cachê de R$ 1 mil e o material para fazer sua obra.
Ao final da exposição, em novembro, todas as esculturas serão vendidas em um leilão beneficente com lance mínimo de R$ 5 mil. A expectativa de arrecadar no total R$ 500 mil.
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